Custo Brasil e a carga tributária

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Entra governo, sai governo e a carga tributária permanece como tema central nas discussões. Aproveitando a onda, candidatos às Prefeituras reforçam, em seus discursos, propostas para atrair investidores na expectativa do emprego e receita crescerem.

Com esse olhar e numa iniciativa do Correio Brasiliense, especialistas e autoridades reúnem-se em Brasília, no próximo dia 20, para dialogarem sobre possíveis entraves que dificultam o desenvolvimento do país e os caminhos para a retomada do crescimento da economia. E o “Custo Brasil – o sistema tributário brasileiro” estará no centro das discussões. Questões como: Quanto as empresas legalmente estabelecidas no país dispendem (em tempo e dinheiro) para cumprir de forma satisfatória as obrigações impostas pelas leis atuais? Também estará em voga, entre outros temas: A estrutura do sistema tributário; impostos e seus reajustes e; o avanço do mercado ilegal.

O evento tem a participação do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP).

Cabritos na horta

As notícias dos descalabros envolvendo agentes públicos e privados sobre os grandes fundos de pensões (Banco do Brasil, Caixa, Petrobrás e Correios) dão mostras de que meteram os pés pelas mãos. A responsabilidade vai além. Será que quem mapeou essas “personalidades” teve a intenção de propiciar uma melhor rentabilidade pensando nos aposentados daquelas instituições? Pelo rombo o que puseram foi cabrito cuidando de horta.

Saco sem fundo

Essa corrupção desenfreada misturando o público e o privado, na expressão gauchesca, é uma “barbaridade”. Para a sociedade a mancha da “sem-vergonhice” deverá ser recomposta com o reingresso dos valores desviados e penalizada com cadeia.

Concorrência leal

Enganou-se quem imaginava que a Fazenda deixaria passar em branco os contribuintes do simples nacional que não sanaram as pendências fiscais. A operação “Concorrência Leal 1”, deflagrada lá em 2012 retomou as ações com força total. Cerca de 95% regularizaram suas operações. Os que ignoraram serão excluídos do sistema por três anos. Em relação à “Operação 2”, corram enquanto há tempo.

Zelar pelo Patrimônio

Lamentável que entidades, políticos, autoridades fechem os olhos às manifestações que, em sua maioria, destroem patrimônios públicos e privados. Ser contrário, não ser uma “Maria vai com as outras”, são qualidades de quem busca o melhor, luta por acertos, não se contentando com o “status quo”. O que se tem presenciado é uma arruaça de quem almeja o quanto pior melhor. Por dois momentos servidores estaduais e terceirizados encerraram o expediente às 17 horas (02 e 06/09) para não confrontarem com o caos. Quem arca com esse custo? A sociedade, é claro.

Quando atingir o próprio patrimônio, certamente a atitude dos vândalos não será a mesma. Resta então, punição severa a esse bando de infratores dos patrimônios.

Finanças públicas

Em clima de incerteza da atual conjuntura político-econômica o colega Daniel Damiani, mestre em economia, em duas oportunidades compartilhou seus conhecimentos sobre Finanças Públicas a fazendários de diversas áreas. De forma objetiva e clara, com algumas pitadas de humor, teceu comentário dentro do cotidiano. O “prata da casa” teve aprovação unânime dos seus pares. Lembrando que o encontro aconteceu no período da manhã. Pela tarde, os participantes deram continuidade às atividades nos seus respectivos setores. Atitude irretocável. O Evento foi construído, em parceria: Diretoria de Tesouro e Escola Fazendária.

Refletindo

 “Que as manifestações do 7 de setembro sirvam para a compreensão do que realmente representa a democracia”. Uma ótima semana!

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