Seminário sobre gestão de pessoas

seminários-de-práticas-integradoras

 

Quarta-feira, 02/12/2015, às 06:00

Realizou-se nos dias 25 e 26, em Brasília, o 1º Seminário Nacional sobre Gestão de Pessoas das Administrações Fazendárias Estaduais. O evento, que sucedeu a 56ª Reunião do GDFAZ – Grupo de Desenvolvimento do Servidor Fazendário, foi realizado nas dependências da Escola de Administração Fazendária – Esaf. Como de praxe, a capital federal é palco de grandes acontecimentos, e na última semana não foi diferente, com as prisões de figuras do governo e da economia. Tanto repercutiu que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que participaria da abertura do evento, teve a agenda cancelada por convocação da presidente para acalmar o mercado.

Foram dois dias com riquezas de informações, em que palestrantes renomados transmitiram suas mensagens ao seleto público que trabalha com a parte mais importante das organizações: as pessoas.

O ponto para reflexão: a fraca participação da alta administração (os gestores de ponta), exceção feita a André Horta, Secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte e Coordenador do Consefaz – Comitê Nacional de Secretários de Fazendas. Ao pronunciar-se, comprometeu-se em reiterar aos titulares sobre a magnitude do evento e reconhecer a gestão de pessoas como ponto estratégico e não como coadjuvante na instituição.

Mas a semente foi plantada em solo fértil e todos que ali se encontravam haverão de disseminá-la. Um divisor de águas: o antes e o depois do seminário. Segundo Peter Drucker, “o conhecimento e a informação são os recursos estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país. Os portadores desses recursos são as pessoas”.

Fortalecer os Centros de Formação e as Escolas Fazendárias Estaduais estão entre as diretrizes técnicas do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, que fomenta com recursos à União e aos Estados, por meio de programas como o do Profisco.

Cortando na carne

Com o deficit nas alturas, para sensibilizar a opinião pública o governo terá que demonstrar toda a boa vontade e encontrar alternativas para sua redução. Dar o exemplo, cortando ministérios, cargos comissionados, tirando do Estado atribuições de cunho privado, dentre tantas possibilidades. Caso o esforço fosse demonstrado, serviria como mote de atração e, quem sabe, abrindo espaço para discussões como elevação de alíquotas sobre produtos supérfluos ou até mesma da famigerada CPMF. Se depender do aval da classe empresarial, já nasce morta. Justo que façam contestações contra a já elevada carga tributária. Por outro lado, tem contribuinte deixando de cumprir com suas obrigações e bem antes da atual crise econômica. O fisco tem que estar, literalmente, no “cangote”, cobrando ou até aplicando as penalidades cabíveis. Se todos pagassem um pouco mais e em dia e a sua aplicação fosse direcionada ao atendimento das necessidades estabelecidas na Constituição, com certeza a conta seria bem menos salgada, evitando cortar na própria carne.

Combate à Pirataria

Passados dez anos da implantação do Dia Nacional de Combate à Pirataria, entidades como o Conselho Nacional de Combate à Pirataria – CNCP, a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo – OAB-SP e o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial – ETCO promovem seminário intitulado A Importância da Propriedade Intelectual no Brasil. O evento será a partir das 9 horas de amanhã (3) na sede da OAB, em São Paulo.

Refletindo

“Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir.” – Rubem Alves. Uma ótima semana!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *