Sat: um ano da reinauguração

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Os constantes investimentos nas diversas áreas da administração pública sinalizam a atenção e a preocupação dos governos com a qualidade dos serviços destinados à população. Tem sido assim em alguns setores da Secretaria da Fazenda em relação ao prédio sede que, lamentavelmente, tem compartilhado boa parte do seu espaço com a prefeitura da Capital. Digo lamentável pois, ao ceder parte do prédio para acomodar alguns setores, a SEF obrigou-se a pagar aluguéis em outros espaços espalhados pela cidade. E para piorar, a inquilina permanece devedora de taxas. Em resumo: é como emprestar a casa para estranhos e ter que arcar com as despesas de água, luz e manutenção. Parece piada. Um assunto para análise.
Mas seguindo ao capítulo sobre a importância das reformas, traduzido nas palavras do secretário da Casa Civil à época e que permanece na função, Nelson Serpa: “O SAT é o coração da administração pública do Estado”.

Para que os trabalhos tivessem sucesso foi necessário distribuir a equipe em outros órgãos como a Escola Fazendária (Esfaz), que os acolheu por cinco meses. Um fato positivo é que a equipe do SAT semanalmente utilizava os espaços da Esfaz para reuniões e, dessa forma, não foi preciso novos deslocamentos.

De volta ao setor todo remodelado, permanece a necessidade da utilização do espaço da Escola, que segundo processo em andamento, deverá ser o próximo módulo a receber a necessária reforma tão esperada. Até porque se trata de área exclusiva da Secretaria da Fazenda.

Para quem não conhece, vale a pena visitar as novas instalações, que comemoram um ano de reinauguração nesta quinta. De lá nascem e prosperam ações dos 60 colaboradores sob o comando do colega e auditor fiscal Omar Afif. A modernidade do SAT realmente impulsionam toda a administração pública estadual.

Os pacotes e os ovos

Uma reviravolta entre o discurso de campanha e as estratégias da nova equipe econômica em recuperar a economia já tem dado o que falar, chegando a denominar de pacote de maldades. Relembrando algumas medidas adotadas: volta da CIDE – contribuição de intervenção no domínio econômico sobre os combustíveis, aumento do imposto sobre operação financeiras nas operações de crédito, mudanças de regras de benefícios sociais como seguro-desemprego, retorno da cobrança do IPI sobre automóveis e linha branca, a não correção da tabela do imposto de renda, entre outras. No governo anterior, da mesma presidente, nada disso era necessário, pois a economia caminhava muito bem. Parece que não é mesmo assim, como na dieta tem momento que ovo faz bem e em outro traz prejuízo à saúde. Durma com um barulho desses.

Adesão ao Simples

Encerra nesta sexta o prazo para as empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões optarem pelo Simples Nacional, regime de tributação que unifica o pagamento de oito tributos em um documento único de arrecadação, além de reduzir a carga tributária e a burocracia. Em alguns casos, o Simples pode gerar uma economia de até 40% no pagamento de tributos para os empresários. Mas é preciso analisar bem sobre as reais vantagens. Uma regra básica é verificar se, em média, a folha de salário representar, pelo menos, 40% do faturamento da empresa. Nesse casso, reduz o pagamento de INSS. Mas o melhor mesmo é consultar seu profissional da contabilidade. Afinal, ele é pago para prestar serviços de qualidade, esclarecendo sobre o que se deve recolher e não deixar brecha para que o fisco aplique pesadas multas. A partir deste ano, 140 novas atividades estão incluídas, como consultórios médicos, escritórios de advocacia e arquitetura, corretores, designers e jornalistas.

Refletindo

“O toma lá dá cá com o dinheiro da viúva vai se intensificar durante esta semana até que se escolha os novos presidentes das casas legislativas – Câmara e Senado -, mas a conta será rateada entre todos”. Uma ótima semana!

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