A prática na elaboração de pareceres

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A boa execução dos trabalhos no campo técnico necessita também da elaboração de conteúdo condizente. Isso não significa que estejam recheados de adjetivos e frases extensas prolongando-se por um parágrafo, dificultando o seu entendimento.

Especificamente na Secretaria da Fazenda/SC, com o modelo de divisão dos processos e das atividades por área, exigiu-se dos Auditores Fiscais, Auditores Internos, Contadores, Analistas e profissionais de outras diretorias a elaboração de relatórios, apresentação de pareceres e demonstração dos resultados obtidos, por escrito e com a devida fundamentação.
Diante das necessidades de se ter padronização de textos com clareza e consistência, o auditor fiscal Felipe Nareder, através de colegas do Acre, obteve informações a respeito do professor José Paulo Moreira de Oliveira, com larga experiência na elaboração de relatórios técnicos e pareces e autor de diversos livros. Dentre suas obras, “Como escrever melhor” e “Como escrever textos técnicos”. Para José Paulo, “de nada adianta realizar um excelente trabalho de planejamento ou de execução se os relatórios não transmitirem essa excelência. Portanto, o texto deve ser claro e convincente, além de destacar os pontos chave do trabalho”.

O curso que teve início na tarde de segunda feira, na Escola Fazendária (ESFAZ), se estende até hoje, capacitando 30 servidores de todas as diretorias da SEF, bem como representantes do Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Pela importância, o evento deverá se repetir em fevereiro, atendendo uma fila de interessados em qualificar-se para elaboração dos seus trabalhos.

Óticas na mira do fisco

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As operações de prevenção e acompanhamento antecedem a de fiscalização obedecendo ao planejamento da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. Ocorre que quando há indícios e provas de que operações fraudulentas estão acontecendo ou até de denúncias, a situação muda radicalmente. Foi o que ocorreu numa rede nacional de óticas que deixou de atender aos requisitos do fisco aplicando o chamado “golpe da concorrência desleal”, prejudicando as empresas que trabalham corretamente recolhendo seus impostos. Segundo os auditores fiscais, “o sistema PAF-ECF, exigência da legislação tributária de Santa Catarina, não é utilizado pela rede. Em vez disso, ela utiliza um modelo operacional padrão em todas as lojas para facilitar a sonegação, com aplicativos que imprimem documentos fraudulentos em impressoras não fiscais”.

E como se não bastasse, quanto às lojas que trabalham de forma correta (ao menos deveriam), concorrem com o mercado paralelo de óculos “Made in China”, de qualidade suspeita e que podem causar sérios dados à saúde. Com as calçadas e ruas lotadas de camelôs sem que as prefeituras tomem as providências, estão como o marisco entre o mar e a pedra e, ainda por cima, na mira do fisco.

Cenário Econômico 2015

Acontece hoje, no auditório da Secretaria de Administração, o ciclo de palestras sobre o Cenário Econômico 2015. Uma promoção da diretoria do Tesouro, em parceria com a Escola Fazendária. O objetivo é traçar um panorama das perspectivas para a economia mundial e brasileira no próximo ano e seus reflexos para Santa Catarina. Dentre os palestrantes/economistas estão Ronaldo José Pereira Távora, com o tema “Cenário Econômico para 2015”; Paulo Zoldan abordará “Tendências da Economia Catarinense” e, por último, Silvio Antônio Ferraz Cário falará sobre a “Avaliação do Processo de Desindustrialização de Santa Catarina – 2000 a 2012”. Vale a pena conferir.

Refletindo

“A pergunta dos brasileiros preocupados com o futuro da sua maior empresa (Petrobras): por que o Planalto não fiscalizou seus subordinados a tempo de evitar os danos continuados”? Uma ótima semana!

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