Brasil: ponto fora da curva

ponto fora

Iniciada a corrida por cargos eletivos (na majoritária – governadores e presidente), chovem propostas para redução do alto custo que impede o crescimento do país. São inúmeras as barreiras. Enquanto o governo se aparelha defendendo seus projetos sustentados em obras ou ações realizadas, a sociedade organizada rebate apresentando os principais obstáculos como o da alta carga tributária, as ultrapassadas leis previdenciárias e as trabalhistas, nem tão antigas, mas consideradas onerosas demais.

O grito maior vem do setor produtivo de grande importância na economia – a indústria. Sua entidade mãe, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), elaborou documento contendo 42 propostas priorizando mudanças no sistema de impostos no país. Os três candidatos em potencial para vencer as eleições – a presidente Dilma Rousseff, o senador mineiro Aécio Neves e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos – vão ter que se debruçar, melhor, seus assessores, sobre o dossiê e encontrar alternativas viáveis para execução. Enquanto Dilma aproveitará para manter alguns e readequar ou descartar o que não deu certo, os demais terão o caminho livre para criar propostas.

Diga-se de passagem, nada novo se considerar que em todas as campanhas a ladainha se repete. Vamos reduzir isso, melhorar aquilo e implantar aquele outro. O tempo passa rápido, assim como os quatros anos de mandato. E o que se vê ou se vislumbra? Lamentável dizer: muito pouco.
Tem que ir além do discurso para que o Brasil, nesse contexto, não continue sendo um ponto fora da curva.

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