Preservar para não faltar

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Florestas exuberantes banhadas por rios caudalosos propiciando um deslumbrante cenário; este era o Brasil de outrora. A segurança dessas riquezas infinitas dos séculos passados não se presencia nos dias atuais. O homem foi explorando os recursos naturais numa forma desordenada, sem se dar conta de que tudo tem um limite, um fim. A partir desses fatos percebeu que teria de tomar providências para frear esse processo.

A partir da Conferência de Estocolmo (Suécia) em 1972, numa iniciativa das Organizações das Nações Unidas, despertou-se pela consciência ambientalista da preservação. E vieram outros movimentos fortes como o Protocolo de Quioto, já vislumbrando os problemas do efeito estufa.

Meu falecido pai, agricultor e de pouca escolaridade, mas como muita sabedoria, não permitia que fossem desbastadas as áreas próximas a rios e córregos, assim como a madeira para serra e o palmito para alimentação ou comercialização, eram colhidos apenas os mais graúdos.

Não se necessita possuir muita terra para por em prática ações de preservação do meio ambiente. É de responsabilidade de cada individuo. Ações simples como a de fechar a torneira enquanto escovam-se os dentes para só depois enxaguá-los, fazem a diferença. Segundo pesquisas desperdiçamos no Brasil 36% da água consumida. Ou seja, vai literalmente para o ralo.

Uma das ações de preservação que em breve estará sendo executada na Secretaria da Fazenda é a reciclagem do lixo. Isoladamente já existe em algumas unidades. A proposta levantada pela Escola Fazendária e CIPA, já tem agregada outros setores. Vamos preservar enquanto é tempo, para não faltar.

Em tempo.: Fica uma sugestão de leitura sobre “Direito Ambiental Simplificado”, de autoria de Luciana Cardoso Pilat e Marcelo Buzaglo Dantas.

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