13 de maio

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Séculos de escravidão resultaram numa sociedade submissa e refém e que não evolui a contento. Sustentáculo da economia do passado e corresponsável no presente por despontar entre as 10 expressivas economias mundial, em sua maioria permanece invisível socialmente. Quem se desponta como o ministro Joaquim Barbosa (STF), em busca de justiça (julgamento do mensalão), corre risco de morte, conforme ameaça feita por militante petista. Não se pretende retroceder com “passada de mão na cabeça” e nem pela manutenção de “cotas constitucionais”. Mas gratidão, respeito e reconhecimento são procedimentos que não podem ser esquecidos. Se tiver dúvidas, assista a um telejornal, apenas, ou visite os bairros da sua cidade. Ou então, corra os olhos no Parlamento, no Executivo, no Judiciário e mire-se na cor da pele, mas sem hipocrisia. Com as bandeiras da ética, da justiça, da liberdade e do perdão, os fortes não se curvarão. Comemore, sim, o 13 de maio.

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