Mãe: amor e gratidão

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Mãe: amor e gratidão

Comerciantes paulistas não andam eufóricos com a aproximação dos dias das mães. A tão esperada movimentação na segunda maior data de faturamento, perdendo apenas para o Natal, não deve se concretizar. Segundo a Federação do Comércio o avanço da inflação que tira o poder de compra do consumidor e a redução da oferta de crédito, com preços e prazos convidativos, são fatores preponderantes em desacelerar o consumo. Mas não tenham dúvidas que as pessoas não se contêm. A semana de correria vai se intensificar neste sábado. O mimo virá, não importando a origem: se de Nova York ou da China, do Paraguai ou da 25 de março, de boutique ou do camelô da esquina. Dentro do que cabe em cada orçamento, vai para as mãos delas no próximo domingo. Há os que buscam alternativas interessantes; passeios, viagens, jantares e flores.
Celebrar datas festivas como a das mães num mundo capitalista, não poderia ser diferente. Vai-se priorizar o consumo para a satisfação de indústrias, comerciantes e compradores em geral e do governo, pelo incremento da arrecadação.
A atuação sistemática do fisco não o obriga da presença física. Aparelhado e munido de informações, permite a executa das tarefas, a distância, longe da área de desenvolvimento. As operações continuam sendo vigiadas, e se a circulação está sendo praticada de forma correta. Se a presença intima a sonegação encorajando à solicitação de documento fiscal (nota ou cupom) a invisibilidade também reporta a uma sensação de insegurança do quanto e do quando.
E em se tratando de presentear a alma mais querida, no meio da turbulência do consumo, as pessoas fazem o impossível para retribuir os merecidos; amor e gratidão. Feliz dia das mães!

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