Que o lixo não se lixe

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Que o lixo não se lixe

A greve dos garis na capital fluminense deu mostras de como somos vulneráveis ao destinarmos os rejeitos que produzimos. Como uma atividade tão pouco valorizada de repente passa a ser tão considerada. Um síndico, ao perceber que depositando o lixo na rua poderia piorar a situação, optou por acondicioná-lo em espaço apropriado, no próprio condomínio, até que se normalizasse a situação. Convenceu parceiros de prédios vizinhos a fazerem o mesmo. O despreparo pode advir da forma em que utilizamos para o seu descarte, causando prejuízo maior. Os resíduos produzidos podem acarretar problemas graves à saúde pública e ao meio ambiente. Mas é uma obra de responsabilidade compartilhada, coletiva: iniciando pelas pessoas nos seus lares, separando e acondicionando devidamente o lixo, nas ruas e praças, recolhendo os detritos dos seus animaizinhos. Ao poder público, destinando corretamente, em usina de reciclagem ou aterro sanitário.

Na cidade que possui lei (lixo zero) contra quem emporcalha lugares públicos, o prefeito é flagrado jogando sujeira na rua. Menos mal que reconhece o erro e se autoaplica multa de 157 reais. Que o péssimo exemplo da autoridade máxima não iniba cidadãos comuns do exame de consciência, evitando o “que se dane o lixo”.

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