Meritocracia a serviço da sociedade

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Meritocracia a serviço da sociedade

Gestores modernos são constantemente cobrados por melhores resultados. Um pouco diferente do que na iniciativa privada, quando dependem das ações para a manutenção do emprego, o setor público, por questões adversas (estabilidade ou a inexistência de plano de carreira que podem levar ao comodismo, ou função de confiança de interesse político partidário), delineia por caminhos menos agressivos, benevolentes. O que pode levar alguns superiores ao entendimento de que não alcançar as metas pouco importa, desde que se tenha desenvoltura e agregue politicamente, nas urnas.
Afirmo que não tem sido a prática na Secretaria da Fazenda, na qual, orgulhosamente, trabalho há 30 anos. E olha que foram vários governos e de múltiplos partidos. Pois bem! Ainda que se queira e que por mais que se tenha vontade, com o passar dos anos os serviços tornam-se rotineiros e, por vezes, cansativos. Sem querer reinventar a roda, é preciso constantemente buscar o novo. Num quadro tão qualificado como o dos servidores da Fazenda, não se pode perder tempo em fazer diferente para produzir mais e melhor. Como? Através da meritocracia – meritum (mérito) – do latim) e cracía (poder) – do grego, conhecido internamente como “acordo de resultados”, trabalho arquitetado por vários colegas (para não cometer injustiças, declino de mencionar nomes) e que há tempo se buscava a sua implantação. Com o aval e a persistência do secretário Antônio Gavazzoni, na gestão Luiz Henrique, foi firmado e solidificado o sistema de gestão para se atingir os objetivos.

E tem mais

Do desafio lançado aos esforços sobre-humanos atingidos, é justo reconhecer. Diante dos fatos, Gavazzoni e os sindicatos que representam as categorias convidaram os fazendários para uma reunião de trabalho que acontece hoje à tarde, em Florianópolis. O evento, marcado para o teatro Pedro Ivo, aberto a aposentados e pensionistas, contará com a presença do governador Raimundo Colombo. Da união do querer e o de reconhecer nasceram resultados surpreendentes. Oportunidade em que não se pode deixar de agradecer a reciprocidade governamental, motivadora das conquistas. Será um momento de celebrar, sim, e também o do comprometimento de novas metas que o presente exercício almeja. Com mais recursos, os governantes podem e devem prover acesso mais igualitário a serviços críticos como educação, saúde e segurança. Sim, é a meritocracia a serviço da sociedade que paga nossos salários.

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